terça-feira, 8 de julho de 2014
Reciprocidade:
Significado de Reciprocidade:
Reciprocidade é um substantivo
feminino que significa mutualidade, representando a
característica do que é recíproco.
A reciprocidade é uma particularidade de enorme valor
na sociedade, porque de acordo com a psicologia social as relações mútuas
contribuem para a conservação de normas sociais. O conceito de reciprocidade
está presente em várias culturas e religiões e é apresentada como uma norma
imprescindível para uma convivência saudável. A reciprocidade é essencial não
só para os seres humanos, mas também para animais irracionais, como babuínos,
por exemplo.
A nível da linguística, mais concretamente na
semântica, a reciprocidade é a correspondência existente entre duas palavras
que têm sentidos opostos, mas apresentam uma relação de conformidade mútua,
como por exemplo, comprar-vender.
No ramo da filosofia, Kant descreveu a reciprocidade
como a capacidade intelectual através da qual se torna compreensível a relação
entre dois ou mais elementos do mundo comum, mutuamente percebidos no espaço,
de aspecto e forma integrantes.
A reciprocidade também é um um conceito importante no
âmbito das relações internacionais, e acontece quando um determinado país dá e
recebe direitos ou vantagens para outro país.
Reciprocidade significa dar e receber, por isso, no
amor a reciprocidade significa que o amor é correspondido.
A reciprocidade é uma característica essencial na
amizade e nos relacionamentos amorosos. Cada pessoa deve ser capaz de retribuir
os sentimentos de amor e amizade em relação a outras pessoas, assim como deve
ser capaz de demonstrar e retribuir essa amizade através de ações e não só de
palavras. Por exemplo, uma pessoa que sempre pede ajuda a um amigo mas nunca
está disponível para o ajudar quando ele precisa, não é um bom amigo. Uma amizade
assim não é dotada de reciprocidade.
Reciprocidade bancária
A reciprocidade bancária consiste na concessão e
liberação de crédito e empréstimos a clientes que atribuam à instituição
bancária preferência em serviços como depósitos, cobranças, ordens de
pagamento, câmbio, etc. Consiste em um estímulo (isenção de tarifas bancárias)
por parte do banco a um cliente que tenha um saldo expressivo na conta corrente
ou que utilize de forma intensa alguns serviços do banco.
RECIPROCIDADE segundo a palavra de Deus:
A LEI DA SEMEADURA = RECIPROCIDADE
Muito se ouve falar da conhecida Lei da
Semeadura
Lei, no sentido cientifico, é uma regra que descreve
um fenômeno que ocorre com regularidade. É uma hipótese geralmente simples,
mas, de abrangência geral que, sendo exaustivamente confrontada, testada e
validada frente a um amplo e diverso conjunto de fatos, dá-lhes sempre sentido
cronológico, lógico e causal, e por tal recebe um título “honorífico” que a
destaca entre as demais, o título de lei”.
Leis, neste sentido, não podem ser quebradas, pois
seus efeitos são “certos, lógicos e causal”. Toda vez que agirmos em
conformidade com estas Leis o resultado será o mesmo; e toda vez que agirmos em
des-conformidade com elas o resultado também será o mesmo. Explico:
Diz a Palavra de Deus - “O que o homem plantar, isto
colherá” e muitas vezes multiplicado (Gálatas 6.7).
“Pelo fruto se conhece a árvore. Colhem-se,
porventura, figo dos abrolhos?” (Mateus 7.16).
“O que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que
semeia em abundância, em abundância ceifará” (2 Coríntios 9.6). se você deseja
ter uma grande colheita dedique-se a semear, e semeie sempre em campos férteis
e grande será a colheita!
Para complementar, o Salmo 126 nos dá a entender que
o que semeia… Com certeza colherá.
Entendemos, portanto, pela lei da semeadura que: O
que se planta é o que se colhe; a qualidade do que se planta é a qualidade do
que se colhe e à medida que se colhe é exatamente a mesma medida que se
plantou!
Pois bem, existe, outra grande LEI que está
totalmente relacionada com a anterior; na verdade, as duas andam de mãos dadas,
mas possuem alguma distinção; é a “Lei da Reciprocidade”. Sobre esta vamos
meditar! Embora a Bíblia não chame de Lei da Reciprocidade (eu que dei o nome…
rsrs), seu conteúdo, como proponho, foi nítidamente ensinado pelo nosso
Senhor Jesus.
Foi em meio ao contexto do revolucionário Sermão da
Montanha que o Mestre começou a ensinar a realidade e os efeitos da Lei da
Reciprocidade. No capitulo 7 do evangelho de Mateus, Jesus, começa a explicar
uma série de situações de “causa e efeito”:
- “Não julgueis, e não serão julgados”
- “Cuidado com o tipo e a severidade do julgamento
aos outros, pois eles retornaram para você na mesma medida”.
- “Aquele que pede, é porque tem a necessidade de
receber”
- “O que busca, o faz na esperança de encontrar”
- “O que bate, na esperança de que alguém abra a
porta”
- “Qual o pai que o filho lhe pedindo pão, lhe dará
uma Cobra?”
E por fim, Jesus finaliza (versículo 12) com
maestria, nos deixando uma pérola parecida com o novo velho mandamento (Amar a
Deus… e ao próximo como a ti mesmo):
“Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos
façam, fazei-lhes também vós, porque esta é a Lei e os profetas”.
Na verdade Jesus resume espetacularmente todos os
mandamentos de Deus e nos dá o segredo para o bem estar de todos os seres
humanos:
1º – Ama a Deus mais que tudo.
2º – Ama o teu próximo como a ti mesmo.
3º – Faça com/para as pessoas aquilo que você quer
que elas te façam.
Não há vida sem relacionamento (vice versa); e não há
relacionamento sem RECIPROCIDADE e CUMPLICIDADE. Não há!!
E a palavra de Deus nos ensina a tomar a dianteira:
“Faça antes para depois receber; Plante antes para depois colher”.
RECIPROCIDADE
ENTRE OS SERES HUMANOS
Existem pessoas que, como diz o ditado popular, só
querem: Vem a nós, vosso reino nada! Não pensam nos outros como extensão de si
mesmos; não pensam na felicidade dos outros como a extensão da felicidade de si
mesmos!
Escutei um grande pastor contando que uma vez um
irmãozinho da sua Igreja havia ficado doente e, neste período ninguém fora
visitá-lo, fato pelo qual havia ficado triste e fora reclamar com este pastor.
Este pastor, conhecendo sua ovelha lhe disse:
- Quando você não estava doente quantas pessoas você
foi visitar? A quantos você estendeu a mão?
Nem preciso falar né?
Querer receber aquilo que você não fez é querer
colher o que não se plantou!!
Aquilo que nós fizermos (plantarmos) tenderá a
retornar a nós, pois é a Lei da Semeadura. E o que deixarmos de fazer aos
outros não podemos exigir que os outros nos façam (Lei da Reciprocidade).
RECIPROCIDADE
ENTRE OS HOMENS E DEUS
Foi por causa da Lei da Semeadura que Deus disse, por
meio do profeta Malaquias: “Provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu
não vos abrir as Janelas do Céus e derramar benção sem medida” (Ml 3.10).
Em relação a Lei da Reciprocidade, com Deus é a mesma
coisa, tem que haver Reciprocidade e Cumplicidade no relacionamento com o PAI,
e não só: “Vem a nós…”.
Houve uma pessoa que não sabia ou ignorou estas duas
grandes Leis, Saul, o primeiro Rei de Israel. Vejamos:
“Disse ele então: Pequei; honra-me, porém, agora
diante dos anciãos do meu povo, e diante de Israel; e volta comigo, para que
adore ao SENHOR teu Deus”. 1 Samuel 15:30
Quem conhece a história sabe que Saul queria receber
para si aquilo que não havia feito para com os outros (especialmente com Deus);
queria honra, mas não queria honrar; queria obediência, mas não queria
obedecer.
E VOCÊ??
Tem levado em conta, em seus relacionamentos e em sua
vida, as Lei da Semeadura e da Reciprocidade??
Não diga que você não precisa ou não vai precisar dos
outros, pois não sabemos o dia de amanhã – Aqui a LEI da RECIPROCIDADE se
esbarra na LEI da SEMEADURA, pois assim como devemos plantar o que queremos
colher, devemos antecipar em fazer aos outros o que queremos que os outros nos
façam!!
Esta é a Grande Lei!



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